domingo, 13 de novembro de 2011

Era Uma Vez: Gabriela! a menina moça Sônia Braga que virou a rainha das telas dos cinemas, e da TV. Quem não lembra de Gabriela? É impossível esquecer

Saudades de Gabriela





RIO DE JANEIRO - Na última semana, a alta cúpula da Globo bateu o martelo e definiu a data de estreia do remake de “Gabriela”. A produção, assinada por Walcyr Carrasco, vai estrear em abril. E o Era Uma Vez revirou o baú para que os fãs da obra de Jorge Amado pudessem matar as saudades da trama que consagrou a atriz Sônia Braga.

Produzida para comemorar os dez anos da TV Globo, “Gabriela” contava a vida de uma moça simples do sertão baiano que vai morar em Ilhéus para fugir da seca. Apesar da vida sofrida, a jovem não perder a alegria nunca e desperta o interesse dos homens da cidade. O diretor Daniel Filho contou ao site “Memória Globo” que quando resolveu adaptar o romance do escritor baiano descobriu que tinha um problema em mãos.

“'Gabriela' é uma coisa forte. Eu só tinha lido quando garoto. Estava só na memória, não havia lido pensando em fazer novela. Quando a gente leu, eu pensei: 'Gabriela' não tem história para fazer novela'. Aí eu, Avancini e Durst resolvemos fazer a novela em episódios. E como pano de fundo levamos a história de um coronel que descobre que a mulher tem um amante e acaba matando os dois. E só no final ele é julgado”, lembrou.

Foi assim que, em 1975, o folhetim escrito por Walter George Durst e dirigido por Walter Avancini foi ao ar. A história, que se passava em 1925, contou a trajetória de Gabriela (Sônia Braga) que ao chegar na cidade grande arranja trabalho como cozinheira na casa do "turco" Nacib (Armando Bógus).

Veja imagens um dos pontos da casa de luxo do traficante 'Peixe' na Rocinha. Tudo isso, as custas do tráfego de drogas.



Após a ocupação da Rocinha na manhã deste domingo (13), a polícia encontrou a casa do traficante conhecido como "Peixe", um dos principais comparsas de Antônio Bonfim Lopes, o Nem, chefe da quadrilha que comanda a venda de drogas na favela. A casa tem banheira de hidromassagem, churrasqueira e piscina.

Peixe atuava no Morro de São Carlos, antes de ser pacificado. Ele foi preso na quarta-feira (9), quando era escoltado por policiais ao tentar fugir da Rocinha antes da ocupação.

Além de uma piscina com vista privilegiada, o traficante ainda possuia um enorme aquário na sala. O banheiro tinha uma decoração luxuosa e hidromassagem. Na estante da sala, o livro " A arte da guerra" e um jornal, com uma reportagem sobre o traficante Nem. Na geladeira , o traficante tinha vodka e champanhe importadas.

Além da Rocinha, as comunidades Vidigal e Chácara do Céu também foram dominadas pela polícia durante a Operação Choque da Paz. Não houve confrontos. O coronel Pinheiro Neto, Chefe de Estado Maior Operacional da Polícia Militar, explicou que a operação foi iniciada às 4h. Por volta de 6h, segundo a polícia, missão de retomada havia sido cumprida.

No total, cerca de 3 mil homens participaram da ação, que contou com apoio de 6 blindados da PM ("Caveirão"), 18 blindados da Marinha, 4 helicópteros da PM e outros 3 da Polícia Civil.

Armas e motocicletas roubadas foram apreendidas pelos policiais. Os veículos foram transportados em um caminhão para a Delegacia de Roubos e Furtos.

Rocinha
Localizada entre os bairros da Gávea e de São Conrado, a Rocinha tem, atualmente, 69,3 mil moradores, segundo dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que ocupam uma área de 864.052 m².



A comunidade tem 3 escolas, e 3 creches municipais, 1 Ciep, 11 unidades de saúd, um centro de assistencia social, e duas praças. De acordo com um estudo realizado pela fundação Getúlio Vargas, (FGV), a Rocinha é a região administrativa que tem a população com o menor nível de escolaridade entre todas do município do Rio de Janeiro.

Graças ao trabalho das forças armadas brasileiras, este bandido não pertubará mais a sociedade

SERIA MUITO MELHOR, SE O MUNDO PUDESSE VIVER SEM DROGAS

A DROGA NÃO LEVA NIGUEM A VITÓRIA





O QUE ADIANTA SER BEM FINACEIRAMENTE, E TER QUE PRESTAR CONTAS JUSTIÇA



QUEM PLANTA VENTO, COLHE TEMPESTADE.







O traficante Nem foi encaminhado para a sede da PF após ter sido capturado na madrugada desta quinta-feira. À tarde, ele e demais traficantes foram transferidos para o Complexo Penitenciário de Bangu
Desde que começou o cerco à Favela da Rocinha, vários bandidos foram presos, entre eles o chefe do tráfico de drogas na comunidade, Antonio Bonfim Lopes, o Nem. O traficante foi preso por policiais do Batalhão de Choque na noite de quarta-feira (9), na Lagoa, quando tentava fugir escondido no porta-malas de um carro.

Pela primeira vez após a prisão do traficante, que repercutiu até na imprensa internacional, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, se encontrou com os dois policiais militares que detiveram o traficante Nem, recusando propina oferecida no valor de R$ 1 milhão.

– Nesses momentos, os policiais militares e civis se orgulham da profissão. O policial se sente valorizado. E muitas outras prisões ainda estão por acontecer – afirmou Beltrame, que já solicitou autorização ao Tribunal de Justiça do Rio para transferir o traficante Nem para um presídio de segurança máxima fora do estado.

Após receber os cumprimentos do secretário de Segurança, o tenente do Batalhão de Choque Disraeli Gomes ressaltou sua paixão pela profissão.

– Não pensava em ser policial militar. Cursei até o 5º período de Enfermagem, mas quando entrei para a corporação, me apaixonei. Hoje, sinto muito orgulho – disse o tenente.

Com apenas 26 anos e há quatro na corporação, o tenente Ronald Cadar afirmou que casos como este não são exceção, mas a regra.

– Considero esta prisão apenas mais um trabalho. A Polícia Militar tem diversas ações positivas, mas poucas são divulgadas. Essa é a ética ensinada pela corporação. Tudo na vida são escolhas, e esta foi a minha – afirmou Cadar

Polícia ocupa três favelas no Rio de Janeiro. Parabens Governador Cabral este é um exemplo que deveria ser seguido por todos os governadores do brasil

PAZ, É O QUE O MUNDO INTEIRO PEDE NESTE MOMENTO DE AFLIÇÃO QUE VIVE O POVO CARIOCA.

Polícia ocupa três favelas no Rio de JaneiroCerca de duas horas e meia após o início da operação, o Chefe do Estado Maior da PM confirmou que comunidades estavam dominadas Seu nome*

A ocupação das favelas da Rocinha, Vidigal e Chácara do Céu, na zona sul do Rio de Janeiro, ocorreu sem incidentes e feridos neste domingo. A ação integrada pela Polícia Militar, Polícia Federal e Polícia Civil teve início por volta das 4h15 da madrugada deste domingo com a entrada de cerca de 20 homens da Polícia Rodoviária Federal na comunidade. Os policiais entraram pela Via Ápia, um dos principais acessos à comunidade. Agentes do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais), entraram logo em seguida.

Ocupação da Rocinha, Vidigal e Chácara do Ceú ocorreu sem incidentes
Cerca de duas horas e meia após o início das operações, o Coronel Pinheiro Neto, Chefe do Estado Maior da Polícia Militar, confirmou que as comunidades da Rocinha, Vidigal e Chácara do Céu estão sob controle da PM. No entanto, a operação Choque de Paz prossegue ao longo do dia. Segundo a Polícia Militar, a ocupação da Rocinha não teve nenhum ferido.

Nesta manhã, policiais vasculham casas em busca de suspeitos, drogas e armas. A Polícia Civil também conta com a ajuda de cães farejadores. Para evitar fugas, a exemplo do que ocorreu na ocupação do Morro do Alemão, em novembro de 2010, o Bope tomou a floresta da Tijuca.

A assessoria da Polícia Militar também confirmou que foram encontrados destroços de motos e óleo na pista para dificultar o acesso das forças de segurança. Policiais relataram ao iG que encontraram várias barricadas. Além de óleo no Largo do Santinho, havia móveis, carros e lixo bloqueando a passagem dos agentes.

Também fazem parte da Operação Choque de Paz 1.500 oficiais da Polícia Militar do Rio, 194 homens da Marinha brasileira e 18 veículos blindados. É o maior efetivo empregado até agora nas ações de apoio logístico às operações de segurança no Estado. O espaço aéreo na região foi fechado e todos os acessos à Favela da Rocinha foram interditados desde às 2h30 da madrugada. Por volta das 7h30, as vias que ligam a favela à zona sul foram liberados.

Pela manhã, foram apresentadas as primeiras armas apreendidas na operação. Onze fuzis, uma granada, uma metralhadora, duas lunetas, 21 carregadores, uma escopeta. No morro do Vidigal, foram recolhidas 16 máquinas caça-níqueis. Além das armas, a polícia identificou a casa um dos principais traficantes da região.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Rio vai pedir transferência de Nem para presídio federal



O governo do Rio de Janeiro vai pedir a transferência do traficante Antônio Francisco Bonfim, o Nem, e de outras lideranças criminosas da Favela da Rocinha para presídios federais. Os criminosos foram presos no cerco policial montado na comunidade, nesta semana. Nem, apontado como chefe da quadrilha que controla a venda de drogas na Rocinha, foi preso na madrugada de hoje (10), quando tentava fugir da comunidade no porta-malas de um carro.

Segundo o secretário de Segurança em exercício do Rio de Janeiro, Edval Novaes, em um primeiro momento, eles serão mantidos em Bangu 1, mas o governo já está solicitando sua transferência, para a Justiça. "Estamos tomando providências para que essas pessoas saiam do estado. Assim que o trâmite legal ocorra, eles são transferidos. Estamos avaliando quais serão [os presos transferidos], mas com certeza as principais lideranças, pessoas que apresentarem possibilidade de risco maior", disse.

Alex Ribeiro/AE
Nem da Rocinha está no presídio de Bangu
Quinze pessoas foram presas ontem e hoje durante a operação de cerco montada pela Polícia Militar, em conjunto com a Polícia Federal, entre elas, Nem e dois homens que, segundo a polícia, tinham papeis importantes dentro da quadrilha: Anderson Rosa Mendonça, o Coelho, e Sandro Luis de Paula Amorim, o Peixe.

A prisão de Nem foi dificultada na noite de ontem (9) porque dentro do carro havia um homem que se identificou como cônsul honorário da República Democrática do Congo e impediu a vistoria, alegando imunidade diplomática.

O suposto cônsul, o motorista e dois advogados, teriam tentado subornar policiais militares com R$ 1 milhão, mas a Polícia Federal se juntou à Polícia Militar, fez a varredura no carro e encontrou Nem escondido no porta-malas.

Segundo o superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, Valmir Lemos de Oliveira, o Ministério das Relações Exteriores foi contactado pela Polícia Federal, para confirmar se o homem preso é mesmo cônsul do Congo ou não.

Segundo o chefe de Estado-Maior operacional da Polícia Militar, coronel Alberto Pinheiro Neto, o cerco da Rocinha é o primeiro passo do processo de pacificação da comunidade. O coronel não revelou, no entanto, quando será iniciada a ocupação efetiva da favela.

saiba maisEmbaixada do Congo no Brasil diz desconhecer homem que se apresentou como cônsul durante prisão de NemPolícia prende traficante Nem dentro de porta-malas de carro no Rio
"Vamos recuperá-la no momento adequado. Haverá retomada desse espaço, promovendo o retorno da lei e da ordem, procurando evitar qualquer dano colateral à população. Quero pedir um voto de confiança dos moradores. Essa ação será vitoriosa com a ajuda deles, através de denúncias deles. Vamos distribuir telefones [para que as pessoas façam denúncias]. Como a quadrilha está desarticulada, esse é um momento muito bom para que as pessoas que desejam viver em paz denunciem, que avisem onde estão drogas e armamentos", afirmou o coronel.

Pinheiro Neto disse que será necessário um efetivo "muito grande" para ocupar a Rocinha, o Vidigal e outras favelas próximas. Entretanto, ele não explicou como a Polícia Militar conseguirá manter o morro ocupado até que sejam formados os policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP).

Atualmente, há quatro presídios federais que podem receber Nem e a quadrilha que comanda o tráfico de drogas na Rocinha: Catanduvas (PR), Campo Grande (MS), Porto Velho (RO) e Mossoró, no Rio Grande do Norte. O presídio instalado em solo potiguar, inclusive, recebeu o narcotraficante Fernandinho Beira-Mar, um dos mais perigosos do Brasil.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Frente a frente com Ricardo Teixeira, Romário sugere que ele renuncie. Seria bem melhor para o brasil, e para o nosso futebol



O ex-jogador e hoje deputado federal Romário (PSB-RJ) sugeriu nesta terça-feira (8), na Câmara, que Ricardo Teixeira renuncie à presidência da CBF e do COL, caso seja comprovado recebimento de propina em caso investigado sob sigilo na Justiça da Suíça e denunciado pelo jornalista da BBC, Andrew Jennings.

“Na última semana o senhor prestou depoimento na Polícia Federal sobre as denúncias apuradas pelo jornalista Andrew Jennings de que o senhor teria recebido propina. O senhor recebeu propina? Se o seu nome aparecer no processo o senhor renunciará à presidência da CBF e do comitê organizador?” – indagou Romário, encarando o chefão da CBF.

Ao secretário geral da Fifa, Jérome Valcke, Romário completou.

“O que o senhor acha de ter como intermediário do governo brasileiro alguém com tantas suspeitas? O senhor acredita que a Fifa pode acreditar em pessoas como o presidente Ricardo Teixeira?”

Ricardo Teixeira e Jérome Valcke não responderam às perguntas de Romário. O presidente da CBF se limitou a dizer que move processo contra o jornalista inglês.

“Sobre o jornalista devemos lembrar que eu abri processo contra ele. Ele foi citado por um processo cível que eu estou movendo contra ele”.

Valcke, questionado sobre uma carta de Joseph Blatter que o caracterizaria como chantagista, se restringiu a responder.

“Essa carta data da época em que negociamos com o canal Plus, mas eu nunca encontrei essa carta que eu teria enviado. Não quero chocá-los, porque tenho grande respeito por aqueles que participaram de Copas, mas não vou comentar as questões levantadas pelo sr. Jennings”.

Mais brigas
Romário não se desentendeu com Valcke e Teixeira apenas nesta terça. O deputado tem policiado cada ato da Fifa e espera que a entidade deixe parte dos lucros que terá na Copa do Mundo de 2014 no território brasileiro.

Integrante da comissão que discute a Lei Geral da Copa, o ex-jogador anunciou que vai apresentar emendas para que parte dos lucros do evento sejam investidos no Brasil.

“Vou brigar com todas as minhas forças para que, por exemplo, a Fifa deixe no mínimo 10% do seu lucro para a educação do nosso país, e o COL 20% para as entidades que cuidam de pessoas com deficiência”.

Romário volta a detonar Valcke e Teixeira e pede cadeia para envolvidos na 'corrupção da Copa'



Deputado disse que os dirigentes fugiram de perguntas na Câmara e prometeu continuar fiscalizando o Mundial

Romário volta a detonar Valcke e Teixeira e pede cadeia para envolvidos com ‘corrupção da Copa’
O ex-jogador e atual deputado federal Romário continua como a maior voz de protesto contra a Copa do Mundo de 2014. Nesta terça-feira, ele foi incisivo nos questionamentos a Jerome Valcke, secretário gera da Fifa, e a Ricardo Teixeira, presidente da CBF e do Comitê Organizador da Copa, em audiência na câmara.

Mas foi em entrevista ao Bate Bola 2ª edição da ESPN Brasil que o Baixinho foi ainda mais crítico com relação à dupla Valcke-Teixeira e aos demais envolvidos com a Copa de 2014.

"A gente tem que torcer, como brasileiros, para que todas essas pessoas que foram citadas no meio dessas corrupções, no mínimo sejam presas até 2014", afirmou o melhor jogador da Copa do Mundo de 1994.

Ao ser questionado sobre a atuação dos dirigentes de futebol no Brasil atualmente, o Baixinho não aliviou. "Na verdade é o seguinte: o ladrão, o corrupto, o que não presta, para o brasileiro é o político. Tem muitos colegas que realmente eu posso afirmar que estão dentro deste pacote. Mas no que se refere a dirigentes de entidades, clubes e federações no nosso futebol brasileiro, infelizmente eu tenho que afirmar que a cada dia essa corrupção, os roubos e falcatruas existem e vão aumentando de tamanho. O negócio no Brasil está realmente muito feio", disse.
O deputado revelou ainda uma certa decepção com a sessão da Câmara nesta terça-feira. Romário afirmou que se sentiu boicotado pelos companheiros, que não foram tão incisivos quanto eles nas perguntas a Valcke e Teixeira. O Baixinho disse, ainda, que suas principais questões ficaram no ar.

"Em relação a alguns colegas que fazem parte da comissão, sendo bem sincero, eu não esperava nada de diferente porque muitos deles tiveram as campanhas bancadas pela CBF, até pela Fifa, então eles estão ali para cumprirem o papel de defender CBF, Fifa e quem banca todos eles", comentou Romário.

"Já em relação a CBF e Fifa, eles não têm a mínima capacidade de me decepcionar. Eles carregam isso há muitos anos. Não vai ser hoje, muito menos na comissão, que eles vão se redimir. As perguntas que eu fiz foi as que o brasileiro queria ouvir. Mas eu esperava que eles não fossem responder, porque eles têm medo de responder. Se eles dessem respostas mentirosas, eu iria contra eles. Mas eles como pessoas inteligentes do mal, não responderam", disse o ex-jogador.

Romário, que chegou a se referir à sessão da Câmara como "circo", disse que continuará lutando por mudanças na gerência da Copa do Mundo no Brasil. "Vou lutar, brigar para que a Fifa não monte um Estado dentro do brasil e nem que esteja acima da soberania brasileira", disse.