quinta-feira, 28 de abril de 2016

HERÁCLITO FORTES PAGA O PREÇO COBRADO PELOS PROTESTOS - Heráclito é derrubado durante protestos na Câmara dos Deputados

VEJAM SITUAÇÃO DESTE DEPUTADO


Manifestantes derrubaram o deputado Heráclito Fortes (PSB-PI) durante protesto contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz de 18 para 16 anos a maioridade penal em casos de crimes graves. O incidente aconteceu em um dos acessos ao salão verde da Câmara dos Deputados.



O parlamentar piauiense foi cercado pelos manifestantes no saguão do Anexo 2, prédio que tem ligação com o corredor que dá acesso ao plenário principal da Câmara. Policiais legislativos tentaram garantir o acesso do parlamentar do PSB. Porém, em meio à confusão, um dos estudantes o empurrou. O deputado caiu no chão e ficou estirado por alguns segundos, mas, com o auxílio de seguranças, se levantou e cruzou rapidamente a porta que dá acesso ao corredor.
Policiais legislativos chegaram a utilizar spray de pimenta para conter um grupo de manifestantes ligado à União Nacional dos Estudantes (UNE) e à União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) que tentou forçar a entrada na Câmara pela portaria do Anexo 2. Após o princípio de confronto, a área foi isolada por brigadistas.
Os manifestantes protestavam contra a ordem do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de controlar mediante distribuição de senhas aos partidos políticos a entrada do público às galerias do plenário. Segundo o peemedebista, as senhas foram entregues de forma proporcional ao tamanho das bancadas. Assim, os blocos partidários com mais deputados ficaram com mais tíquetes de acesso para distribuir.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

PROVAVELMENTE O SUBSTITUTO DO PADRE ROMÃO EM VELHO CHICO, SEJA SEU AMIGO DE SEMINÁRIO - Novo padre de "Velho Chico" será amigo de Romão da época do seminário

ESTE É O ATOR QUE PROVAVELMENTE SUBSTITUIRÁ EM VELHO CHICO O SEU GRANDE AMIGO DE SEMINÁRIO MAGNANI





  • Divulgação/TV Globo
    Personagem de Carlos Vereza assumirá paróquia no lugar do padre Romão, em "Velho Chico"
    Personagem de Carlos Vereza assumirá paróquia no lugar do padre Romão, em "Velho Chico"
Chamado às pressas para entrar no lugar de Umberto Magnani em "Velho Chico", que morreu nesta quarta (27) após sofrer um AVE (Acidente Vascular Encefálico), Carlos Vereza fará um velho amigo do padre Romão, personagem de Magnani.
O sacerdote Benício vai assumir a paróquia de Grotas do São Francisco após Romão receber um comunicado urgente para ser conselheiro de um seminário de São Francisco das Chagas.
"Nossa ideia é trabalhar da mesma maneira e trazer um personagem que foi amigo de Romão na época de seminário. Eles dois se consideram irmãos e, na ocasião do afastamento, Benício garante o mesmo princípio e resgata o mesmo arquétipo. Ambos são bons emissários de Deus e passam as premissas de São Francisco de Assis", disse o Bruno Luperi, que divide a autoria da novela com o avô, Benedito Ruy Barbosa, em entrevista ao site GShow, que pertence às organizações Globo.
"Vou ser outro padre"
Em entrevista ao UOL, Carlos Vereza, disse que pretende fazer um personagem diferente daquele interpretado por Magnani.
 
"Vou ser outro padre. Vamos rezar para o Umberto sair dessa. Que loucura... nossa nossa profissão é assim mesmo, né? Aquela famosa frase feita, o espetáculo não pode parar", falou.

Fatalidade com Magnani: "Choque profundo"
Bruno Luperi falou, ao site GShow", sobre a proximidade que tem com Umberto Magnani e lamentou a fatalidade, quando ele ainda estava internado. Em entrevista dada antes da morte do ator, ele disse ter ficado chocado com o ocorrido e desejou melhoras a Magnani.

"O Umberto é amigo da família há muito tempo. Ele já fez trabalhos com minha mãe [Edmara Barbosa]. É um choque profundo saber da situação dele. Nós, eu, minha mãe, meu avô [Benedito Ruy Barbosa], deixamos, neste momento, todas as nossas orações para ele e sua família. Passamos pela mesma luta no ano passado com meu avô, e vivemos um milagre", afirmou. "Esperamos que o Umberto nos surpreenda também", completou. 

REDE GLOBO PERDE O PADRE DE VELHO CHICO - Umberto Magnani, ator de 'Velho Chico', morre aos 75 anos no Rio



27/04/2016 11h19 - Atualizado em 27/04/2016 14h28

Ele sofreu um acidente vascular encefálico no dia do seu aniversário.
Com extensa carreira em teatro e TV, Magnani estava na novela das 21h.




Do G1 Rio
O ator Umberto Magnani, de 75 anos, morreu nesta quarta-feira (27) no Rio. Ele estava internado no Hospital Vitória, na Barra da Tijuca, Zona Oeste, desde segunda-feira (25), quando sofreu umacidente vascular encefálico (AVE) hemorrágico.
Magnani passou mal enquanto se preparava para gravar cenas da novela "Velho Chico", da Globo, na qual interpretava o Padre Romão. No mesmo dia, ele comemorava o aniversário de 75 anos.
O velório acontece nesta quarta, a partir das 21h, no Teatro de Arena Eugênio Kusnet, em São Paulo (Rua Teodoro Baima, 94).
Na quinta-feira (28), às 11h, será feito um breve momento para despedidas na cidade natal do ator, Santa Cruz do Rio Pardo, no interior de São Paulo. A cerimônia será no Palácio da Cultura Umberto Magnani Netto (Rua Conselheiro Dantas, 220).
O sepultamos será às 14h de quinta, no Cemitério Municipal de Santa Cruz do Rio Pardo.
Umberto Magnani era casado com Cecília Maciel Magnani e deixa três filhos, Ana Julia Magnani, Beto Magnani, Graciana Magnani, e duas netas.
Carreira
O ator teve extensa trajetória no teatro, televisão e cinema. Muito premiado, ele marcou a dramaturgia nacional como intérprete e, também, como produtor de espetáculos consagrados.
Ele iniciou sua carreira de ator em 1965, quando ingressou no curso de interpretação da Escola de Arte Dramática (EAD), em São Paulo. No início de sua trajetória profissional, interpretou textos de autores consagrados, como Nelson Rodrigues, João Cabral de Melo Neto, Antônio Callado e William Shakespeare.
Umberto Magnani como Elias em 'Alma Gêmea', novela de 2005 (Foto: Márcio de Souza/TV Globo)Umberto Magnani como Elias em 'Alma Gêmea', novela de 2005 (Foto: Márcio de Souza/TV Globo)
Seu primeiro destaque foi em 1977 no espetáculo “O Santo Inquérito”, de Dias Gomes. Em 1981, ele ganhou seus primeiros prêmios de destaque: o Troféu Mambembe e Prêmio Molière de melhor ator pela atuação em "Lua de Cetim", de Alcides Nogueira, com direção de Marcio Aurelio. Na crítica ao espetáculo, recebeu um elogio de Sábato Magaldi: "Umberto Magnani aproveita a melhor oportunidade que teve como ator e vive um Guima comovido, mentindo-se no fracasso e bebida, marcado pela tragédia".
O ator estreou na TV em 1973, interpretando o personagem Zé Luis na primeira versão da novela “Mulheres de Areia”, na extinta TV Tupi.
Na Globo, ele participou de consagradas novelas, como “Felicidade”, “História de Amor”, “Por Amor”, "Cabocla", "Alma Gêmea", “Mulheres Apaixonada” e "Páginas da Vida". Também participou de minisséries como “Presença de Anita” e do seriado “Sandy & Júnior”.
Ator Umberto Magnani em cena da novela 'Velho Chico' (Foto: Reprodução/TV Globo)Ator Umberto Magnani em cena da novela 'Velho Chico' (Foto: Reprodução/TV Globo)
No cinema, Umberto Magnani atuou em “Quanto Vale ou é por Quilo?”, “Cristina Quer Casar”, “Cronicamente Inviável”, “Kuarup”, “A Hora da Estrela”, entre outros.
Sua dedicação às artes cênicas não se restringiu à atuação. Além de produzir muitos dos espetáculos nos quais atuou, Magnani teve intensa atividade como professor e nas áreas administrativas e até política ligadas ao setor.
Ele foi diretor da Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais do Estado de São Paulo, diretor regional em São Paulo da Fundação Nacional de Artes Cênicas, a Fundacen, do Ministério da Cultura; presidente da Comissão de Teatro da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo; membro da Comissão de Reconhecimento dos Cursos de Artes Cênicas em São Paulo do Ministério da Educação; membro do Conselho Diretor do Laboratório Cênico de Campinas e Secretário da Cultura e Turismo em Santa Cruz do Rio Pardo.
Vereza assume papel
Carlos Vereza assumirá a paróquia de Grotas do São Francisco na novela "Velho Chico" como padre Benício.
Na trama, padre Romão, que era vivido por Umberto Magnani, será pego de surpresa por um comunicado urgente informando que ele passará a ser padre emérito.
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Ator Umberto Magnani interpreta o padre Romão na novela Velho Chico (Foto: Globo / Caiuá Franco)Ator Umberto Magnani interpretava o padre Romão na novela 'Velho Chico' (Foto: Globo / Caiuá Franco)

MAIS UM TÍTULO PARA SEDE DO SAMPAIO CORREA E DESTA VEZ, DE CAMPEÃO BRASILEIRO - Sampaio Corrêa bate Corinthians/Americana e é campeão da LBF

AÍ ESTÁ FOTOS DO SAMPAIO CAMPEÃO BRASILEIRO DE BASQUETE FEMININO































O Sampaio Corrêa é o grande campeão da edição 2015/2016 da Liga de Basquete Feminino (LBF). O time maranhense carimbou o título inédito na noite desta terça-feira, vencendo as paulistas por 78 a 50, no Jogo 4 da série final no Ginásio do Castelinho, em São Luis.
Cerca de mil pessoas lotaram o Castelinho para empurrar o Sampaio nesta terça-feira em busca do título. Dentro de quadra, a equipe correspondeu e foi superior durante todo o primeiro tempo de duelo, indo para o intervalo com vantagem de 36 a 30.
No segundo tempo, o domínio tricolor persistiu e aumentou. Contando com as inspiradas Ramona e Iziane, o time da casa abriu grande vantagem nos períodos finais e fechou em 78 a 50.
A conquista também é histórica para o Sampaio Corrêa, que disputou a LBF pela primeira vez em sua história. A Bolívia Querida fez 3 a 1 em cima do Americana, maior campeão do torneio, quebrando uma hegemonia de dois títulos seguidos das paulistas, que nesta temporada firmaram parceria com o Corinthians.
O Americana é tricampeão da competição, que se iniciou em 2010. Além da equipe paulista e da maranhense, Sport e Santo André já levantaram o troféu mais importante do basquete feminino brasileiro.
O título também tem sabor especial para a veterana Iziane: aos 34 anos, a ala da Seleção Brasileira conquista o primeiro título nacional de sua carreira. No currículo, a jogadora tem uma medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara 2013 e o título da Copa América de 2001.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

É SEMPRE BOM, OUVIR A VOZ DA EXPERIENCIA PEDRO SIMON EX-SENADOR PELO - RS FALA SOBRE A SAÍDA DE DILMA DO CONGRESSO E A ENTRADA DE TEMER COM ARTICULAÇÃO POLÍTICA, COM OS PARTIDOS COISA PROIBIDA.

É MUITO IMPORTANTE VER UM DEPOIMENTO DE QUEM CONHECE POLÍTICA, E TEVE UMA PASSAGEM CHEIA DE VITÓRIAS.




Nome histórico do PMDB, o ex-senador gaúcho Pedro Simon diz estar "chocado" com a movimentação do vice Michel Temer para formar um governo antes do impeachment da presidente Dilma Rousseff.
"Isso que o Temer que está fazendo, de já querer organizar o governo, soa mal. Tinha que ser mais sigiloso, sem estar no jornal. Não é simpático. Ele está meio isolado. Está vendo que do outro lado vai ser uma guerra, vão fazer o que puder para desgastar. Fico chocado quando vejo o coitado do Temer falando com A, B ou com C, acho que não era por aí", afirma Simon.
Ele cobra "um pouco de grandeza" de Temer. "Eu fui líder do governo Itamar Franco [1992-94] no Senado. Era uma situação inteiramente diferente porque o Collor tinha zero de credibilidade. O Itamar não quis participar em nenhum momento da questão da cassação. Não deu palpite, não conversou com ninguém. Ele conseguiu fazer um entendimento, fez [a transição] com tranquilidade, sem ódio nem rancor. O Itamar não fez acordo com nenhum partido e chegou a uma situação de fazer um baita de um governo. O Temer tem que dar um sentido maior. Tem que ter um pouco de grandeza", diz.
O peemedebista afirma ter "muito medo" que o novo governo atue contra a operação Lava Jato. "Vai ter pressões. Na Lava Jato, ainda tem muita coisa para aparecer. Tenho medo de que comecem a demitir", alertou.

domingo, 24 de abril de 2016

NÃO SOU PETISTA MAIS TAMBÉM NÃO SOU SEGO - Com FHC, era arroz com feijão. Agora, temos ar-condicionado e universidade’, diz filho de gari e doméstica

Ronaldo Marinho | Arquivo PessoalImage copyrightArquivo Pessoal
Image captionRonaldo Marinho se diz contra o impeachment e ressalta programas sociais como o ProUni
Morador da favela do Cantagalo, na Zona Sul do Rio de Janeiro, o universitário Ronaldo Marinho, de 21 anos, estuda administração de empresas, fala três línguas, e sonha alto. Quer morar no Canadá, país onde já estudou com uma bolsa em 2013, ajudar sua família, e depois voltar para "fazer uma revolução" no morro.
O jovem carioca, que se diz contrário ao impeachment da presidente Dilma Rousseff e a favor do governo do PT, avalia que os programas sociais recentes tiveram forte impacto em sua vida.
"Eu fiz curso técnico pelo Pronatec e estou cursando a universidade pelo ProUni. As duas experiências foram ótimas e eu sei que não poderia ter feito nada disso se não fossem essas iniciativas do governo. Votei na Dilma por conta dessas realizações", conta.
Ronaldo vê avanços também na vida dos pais e dos vizinhos na comunidade onde nasceu.
"Meu pai sempre trabalhou como gari, e minha mãe, como doméstica. Os dois têm mais de 50 anos, e sou filho único. Vejo que a vida deles melhorou também. Não precisamos de Bolsa Família, mas muitos vizinhos têm o benefício, e vejo que ajudou a aumentar a escolaridade das crianças, porque as mães cobram mais frequência", diz.
O garoto nasceu em 1995, ano em que Fernando Henrique Cardoso assumia a Presidência, pouco após o país experimentar o início da estabilidade econômica, com o Plano Real, lançado em fevereiro de 1994.
Pelo que seus pais contam, foram "tempos difíceis" nos quais "nunca faltou comida, mas era só arroz com feijão".
"Hoje em dia muita coisa mudou. Meu pai diz que a vida era bem complicada. O que eu vejo é que nos últimos anos o poder aquisitivo da população mais pobre melhorou imensamente no Brasil. Se naquela época era só arroz com feijão, hoje a gente tem ar-condicionado. Não é um bem de consumo tão durável, mas dá um certo conforto", explica.
"Houve uma série de projetos educacionais, de infraestrutura para comunidades, luz elétrica e saneamento básico que foram finalmente colocadas em prática no governo Dilma".
Apesar da nítida defesa do governo atual e da contrariedade ao que classifica como "golpe", o carioca diz acompanhar os desdobramentos do noticiário político e das acusações de corrupção.
"Eu acho que o impeachment não é certo, porque ela (Dilma) ganhou nas urnas. Quanto à corrupção, talvez eles possam ter feito, claro. Até o Instituto Lula parece que foi beneficiado. Agora, em nenhum momento nós vimos alguém bater o martelo e dizer que a presidente da República esteve envolvida. É óbvio que provavelmente ela estava junto, mas a confirmação de que ela coordenou ou participou dessas coisas não houve", indica.
Sobre um eventual governo chefiado pelo atual vice-presidente Michel Temer, Ronaldo também tem opinião formada. Embora avalie que uma administração do PMDB não seria um retrocesso tão grande, o universitário acredita que os programas sociais seriam colocados em "segundo plano".
"Com mais privatizações talvez aumentasse a arrecadação e aí o país não quebraria. Mas os preços subiriam também. Não seria de todo ruim, e de início os programas sociais seriam mantidos, mas depois não seriam prioridade. Eles colocariam a crise econômica, a parte industrial, tudo isso em primeiro plano, sem dúvida", diz.

Planos e desafios

Ambicioso, Ronaldo já traçou metas muito claras para sua vida. Assim que terminar o curso de administração, quer trabalhar em navios de cruzeiro por cerca de dois anos.
"Agora estava trabalhando como coordenador de eventos num hotel de Ipanema, mas apesar de eu falar três línguas e gostar desse ramo do turismo, só tenho 21 anos e ainda não tenho diploma. Preciso juntar dinheiro mais rápido para o meu plano de morar em Vancouver, no Canadá", explica.
Para ele o fato de ter estudado no projeto Solar Meninos de Luz, uma ONG estabelecida no Cantagalo, teve grande impacto na montagem da sua "estratégia".
"Entrava de manhã e saía no fim do dia, a gente estava sempre fazendo alguma coisa", conta.
A ideia é ajudar seus pais, tirá-los da favela, "até por conta das escadas, já que eles estão ficando mais velhos, mas também por causa da violência", e depois "fazer uma revolução no Cantagalo".
Ele ajudou a criar, em 2013, o festival "Favela em Dança", que se autodenomina como "o único festival de danças urbanas do mundo que acontece em favela".
Além de movimentar a cena carioca, a iniciativa já levou Ronaldo até a Inglaterra, onde está negociando apoio da Universidade de Londres e de fundações que cogitam até realizar uma edição londrina do "Favela em Dança".
"Já tenho duas propostas de empresas de cruzeiro. Acho que dá para tirar US$ 2.700 por mês. Aí vou para Vancouver e arrumo emprego em algum hotel. Depois minha intenção é voltar, comprar um negócio, deixar meu pai gerenciando, e aí correr atrás do meu", diz.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Vídeo mostra momento em que filho de Jair Bolsonaro cospe no Deputado Federal Jean Wyllys ISSO PRA MIM, É HUMILHAÇÃO, DISCRIMINAÇÃO, EGOISMO, PODER, DO FILHO DE UM HOMEM, QUE PRETENDE SER PRESIDENTE DA REPUBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.

Vídeo mostra momento em que Eduardo Bolsonaro cospe na direção de Jean Wyllys.
Vídeo mostra momento em que Eduardo Bolsonaro cospe na direção de Jean Wyllys. Foto: Reprodução
Pedro Willmersdorf
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Dois dias após a votação sobre o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados, em Brasília, ainda rende a polêmica sobre as provocações feitas por Jair Bolsonaro (PSC/RJ) e o revide de Jean Wyllys (PSOL/RJ), que cuspiu na direção do adversário após votar contra o impedimento.
No YouTube, Eduardo Bolsonaro (PSC/SP), filho de Jair, publicou na tarde desta segunda-feira um vídeo em que repudia o comportamento de Jean e pontua que jamais cuspiria em outro deputado, pois esta não seria a conduta correta de um parlamentar.
No entanto, nesta terça-feira circula um vídeo com um novo ângulo que contradiz as declarações de Eduardo. No flagrante, é possível ver o filho de Jair Bolsonaro cuspir em direção ao deputado do PSOL, após este ter cuspido em seu pai. Confira o vídeo:
PSOL e Jair Bolsonaro prometem ações
A bancada do PSOL na Câmara fará uma denúncia ao Ministério Público contra o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) por apologia ao crime. No domingo, ao votar a favor do impeachment, o deputado exaltou a ditadura e elogiou Carlos Brilhante Ustra, ex-chefe do Doi-Codi de São Paulo, um dos mais sangrentos centros de tortura do regime militar.
Ele é apontado como responsável por ao menos 60 mortes e desaparecimentos em São Paulo durante a ditadura e foi denunciado por mais de 500 casos de tortura cometidos nas dependências do Doi-Codi entre 1970 e 1974.
Por sua vez, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) disse que vai entrar com uma representação no Conselho de Ética da Câmara contra o colega Jean Wyllys (PSOL-RJ), que admitiu ter cuspido em seu rosto durante a votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), na noite deste domingo, em Brasília.