Logo quando eu me converti e decidir largar absolutamente TUDO por amor à Jesus, ele me disse que receberia 100 vezes mais...Acreditei e fui até o fim, conheci uma pessoa linda e especial e logo me apaixonei, comecei a orar por ele sem parar...Muitas lutas vieram e eu não desisti porque sentia que ele era para mim...Deus me mostrou de várias formas e soube esperar, ter paciência e deixar ele agir...Agora estou eu aqui, casada, depois de tantos livramentos e de relacionamentos...
Se levo até você informações que lhe deixam satisfeito alegro-me pela escolha, e saúdo na paz do senhor.
quinta-feira, 16 de março de 2017
terça-feira, 7 de março de 2017
NÃO TEM QUE CULPAR NINGUÉM CULPE A SE MESMO POIS CHANCE TEVE E FOI MUITAS HOJE, QUALQUER HOMEM QUE FOI FUNCIONÁRIO DA TV GLOBO TEM QUE SE ORGULHAR
Galã da TV nos anos 80, Mário Gomes vende lanche na praia para se sustentar
Ator tem divulgado seus sanduíches e batatas fritas na Zona Sul carioca

Mário Gomes já foi um dos grandes galãs da TVGlobo/Divulgação
Ele já foi um dos maiores galãs da TV brasileira, principalmente nos anos 80. Agora, segundo a coluna Retratos da Vida (Extra), Mário Gomes está vendendo lanche em uma praia do Rio.
O ator, que brilhou em várias novelas, chegou aos 64 anos pensando em investir na área da culinária. Em breve, vai gravar a terceira temporada da série Magnífica 70, mas por enquanto tem divulgado seus sandubas e batatas fritas na Zona Sul da cidade.
— Estou fazendo uma experiência. Me preparando para investir em food truck.
O jornal destaca que Mário tem batido ponto no local durante os fins de semana, na companhia do filho, João, de 10 anos, que ainda dá canja ao violão.
— Fico bebendo minha cachaça e vendo esse visual da praia.
A publicação também informa que ele ainda está alugando a casa onde mora, nas redondezas, para festas e eventos.
Em entrevista à coluna, Mário conta que mandou fazer sua própria carrocinha, mas que a carreira de ator não acabou.
— Agora vou ser professor, darei um curso no Polo de Cinema e Vídeo de como ter seu próprio canal de TV.
Mário ainda faz um trabalho voluntário no Retiro dos Artistas, após ter criado uma horta com os moradores de lá.
— Recebi até ligação de Fernanda Montenegro me parabenizando.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2017
PELO MENOS ISSO TALVEZ ESTE GRITO SIRVA DE ALERTA E ACORDE OS BRASILEIROS RUMO À 2018
25 de fevereiro de 2017 - 10h48
Uma multidão ao Centro Histórico de Salvador, na noite desta sexta-feira (24), durante show em homenagem aos 50 anos do Tropicalismo. O ponto alto do show foi durante a canja surpresa de Caetano Veloso na apresentação de Gilberto Gil, encerrou o show com um "Fora, Temer!", acompanhado pela plateia.
Ovacionado pela plateia emendou um “Fora, Temer!” no fim da apresentação que foi imediatamente correspondido pela multidão que tomava o Pelourinho. O cantor tropicalista arrancou aplausos do público ao cantar Alegria Alegria, uma das músicas mais conhecidas da sua carreira e que marcou o início do Tropicalismo, em 1967.
“Eu agradeço muito pela parte que me toca, nem me organizei para tocar, mas vim. Dei uma passadinha porque eu adoro carnaval e tenho orgulho do Tropicalismo. Meu filho vai tocar e Gil vai cantar e pronto, tá perfeito”, disse Caetano, antes de subir ao palco.
Gilberto Gil também foi ovacionado pelo público baiano e visitantes de todo o mundo no maior ponto turístico de Salvador. Gil abriu o show lembrando a importância de celebrar o Tropicalismo e a tradição musical, puxando, em seguida, a canção Soy Loco Por Ti America, fruto da parceria Gil/Capinam e interpretada, primeiramente por Caetano Veloso. Dando continuidade ao repertório, Gil apresentou outras músicas, como Marginália II, Domingo no Parque e Toda Menina Baiana.
“Gil é um ícone da música popular brasileira, um dos mais extraordinários músicos e, inclusive, é do interior da Bahia e filho de conquistenses, como eu. A Tropicália foi muito importante na abertura da música para novos elementos. Desde a adolescência que Caetano e Gil são referências na minha casa”, diz o autônomo de Vitória da Conquista (BA), Élvio Magalhães.
Após a participação de Gil, Moreno Veloso deu continuidade à apresentação, executando, ao lado de Cláudia Cunha, músicas em homenagem ao Olodum e ao Ilê Aiyê.
Ainda sobre o destaque do Tropicalismo no Carnaval do Pelourinho e a importância do movimento para a cultura brasileira, sobretudo na Bahia, Caetano Veloso também admitiu uma influência recíproca entre o carnaval e o movimento da Tropicália.
“Houve estímulo de muitas coisas no carnaval baiano, pelo ato dos tropicalistas. Mas não haveria tropicalismo se não houvesse o trio elétrico. A canção Atrás do Trio Elétrico, que é uma das primeiras canções tropicalistas, foi feita por causa do carnaval da Bahia e encorajou o uso da guitarra elétrica fora e dentro do carnaval”, disse Caetano, ao ser questionado sobre a influência do tropicalismo no carnaval de Salvador.
O restante da noite foi recheado de cultura e uma rápida chuva, ao som de projetos e bandas, entre elas, Carnaval Sinfônico, Orquestra Popular de Maragojipe, Retrofolia, Compassos & Serpentinas, Banda Marcato, Walmir Lima, Mestre Nélito e os Vendavais.
Caetano puxa "Fora, Temer" e multidão no Pelourinho acompanha
Uma multidão ao Centro Histórico de Salvador, na noite desta sexta-feira (24), durante show em homenagem aos 50 anos do Tropicalismo. O ponto alto do show foi durante a canja surpresa de Caetano Veloso na apresentação de Gilberto Gil, encerrou o show com um "Fora, Temer!", acompanhado pela plateia.
Foto: Max Haack/Ag Haack
Caetano Veloso não estava programado, oficialmente, para a noite, por “não gostar de tocar no Carnaval”. Apesar disso, Caetano esteve no local e fez uma participação no show que abriu a noite - antes de Gilberto Gil - ao lado dos músicos Alexandre Leão, Cláudia Cunha e Moreno Veloso – filho de Caetano.Ovacionado pela plateia emendou um “Fora, Temer!” no fim da apresentação que foi imediatamente correspondido pela multidão que tomava o Pelourinho. O cantor tropicalista arrancou aplausos do público ao cantar Alegria Alegria, uma das músicas mais conhecidas da sua carreira e que marcou o início do Tropicalismo, em 1967.
“Eu agradeço muito pela parte que me toca, nem me organizei para tocar, mas vim. Dei uma passadinha porque eu adoro carnaval e tenho orgulho do Tropicalismo. Meu filho vai tocar e Gil vai cantar e pronto, tá perfeito”, disse Caetano, antes de subir ao palco.
Gilberto Gil também foi ovacionado pelo público baiano e visitantes de todo o mundo no maior ponto turístico de Salvador. Gil abriu o show lembrando a importância de celebrar o Tropicalismo e a tradição musical, puxando, em seguida, a canção Soy Loco Por Ti America, fruto da parceria Gil/Capinam e interpretada, primeiramente por Caetano Veloso. Dando continuidade ao repertório, Gil apresentou outras músicas, como Marginália II, Domingo no Parque e Toda Menina Baiana.
“Gil é um ícone da música popular brasileira, um dos mais extraordinários músicos e, inclusive, é do interior da Bahia e filho de conquistenses, como eu. A Tropicália foi muito importante na abertura da música para novos elementos. Desde a adolescência que Caetano e Gil são referências na minha casa”, diz o autônomo de Vitória da Conquista (BA), Élvio Magalhães.
Após a participação de Gil, Moreno Veloso deu continuidade à apresentação, executando, ao lado de Cláudia Cunha, músicas em homenagem ao Olodum e ao Ilê Aiyê.
Ainda sobre o destaque do Tropicalismo no Carnaval do Pelourinho e a importância do movimento para a cultura brasileira, sobretudo na Bahia, Caetano Veloso também admitiu uma influência recíproca entre o carnaval e o movimento da Tropicália.
“Houve estímulo de muitas coisas no carnaval baiano, pelo ato dos tropicalistas. Mas não haveria tropicalismo se não houvesse o trio elétrico. A canção Atrás do Trio Elétrico, que é uma das primeiras canções tropicalistas, foi feita por causa do carnaval da Bahia e encorajou o uso da guitarra elétrica fora e dentro do carnaval”, disse Caetano, ao ser questionado sobre a influência do tropicalismo no carnaval de Salvador.
O restante da noite foi recheado de cultura e uma rápida chuva, ao som de projetos e bandas, entre elas, Carnaval Sinfônico, Orquestra Popular de Maragojipe, Retrofolia, Compassos & Serpentinas, Banda Marcato, Walmir Lima, Mestre Nélito e os Vendavais.
Do Portal Vermelho, com informações da Agência Brasil e Bahia Notícias
NÃO TEM COMO O BRASILEIRO FICAR CALADO DIANTE DE UMA SITUAÇÃO GRAVE COMO ESTA QUE ESTAMOS VENDO EM VÍDEOS. ENQUANTO UNS ROUBAM O NOSSO DINHEIRO, OUTROS SOFREM POR FALTA DE GESTÃO DOS NOSSOS GOVERNANTES FAÇO UM APELO EM NOME DO BRASIL EM NOME DOS NOSSOS IRMÃOS BRASILEIROS ""PRESIDENTE TEMER, E GOVERNADORES"" OLHEM COM HUMANIDADE PARA ESTES SOFREDORES
Edição do dia 27/02/2017
27/02/2017 20h57 - Atualizado em 27/02/2017 20h57
Lama deixa 3 mil caminhões parados há mais de uma semana na BR-163
Produção de soja não consegue chegar até os portos da Região Norte.
Rodovia é uma das principais rotas da Região Norte para o resto do país.
Mais de três mil caminhões estão parados nos atoleiros de uma das principais rodovias da região norte.
A soja que o Brasil produz parou na estrada de lama. São três mil caminhões enfileirados na BR-163, que liga Cuiabá, em Mato Grosso, a Santarém, no Pará.
A produção que vem do Centro-Oeste não consegue chegar até os portos da Região Norte.
“Já tem 12 dias que eu estu na estrada”, diz o caminhoneiro Edilson Batista da Silva
A produção que vem do Centro-Oeste não consegue chegar até os portos da Região Norte.
“Já tem 12 dias que eu estu na estrada”, diz o caminhoneiro Edilson Batista da Silva
“É um sofrimento muito grande, aí não tem condições de a gente trabalhar desse jeito”, concorda o motorista Eduardo Gomes.
Os atoleiros se concentram em dois trechos: entre Novo Progresso e Trairão; e entre Rurópolis e Itaituba, onde a BR-163 se junta com BR-230, a Transamazônica, formando uma única rodovia.
“O tempo nublou, caiu o sereno, acabou-se, o trânsito acabou, fica intrafegável”, conta o motorista Adilson Tavares.
“O tempo nublou, caiu o sereno, acabou-se, o trânsito acabou, fica intrafegável”, conta o motorista Adilson Tavares.
“Eu estou com o micro-ônibus ali, tem pessoas que precisam ir pro hospital, podem perder sua consulta em função das péssimas condições da estrada”, reclama o motorista Ivo Oliveira.
O lamaçal também aumenta o risco de acidentes. Um caminhão deslizou na pista e bateu num carro.
“Por 20 centímetros o caminhão tinha caído lá embaixo”, conta o agricultor Fábio Araújo.
O lamaçal também aumenta o risco de acidentes. Um caminhão deslizou na pista e bateu num carro.
“Por 20 centímetros o caminhão tinha caído lá embaixo”, conta o agricultor Fábio Araújo.
Para tirar da lama dos veículos pesados, o dono do trator cobra R$ 15O.
Até o carro da Polícia Rodoviária Federal precisou de auxílio para sair do atoleiro.
No Pará, 85% da Transamazônica não são asfaltados.
E tem rodovia onde a pavimentação é zero: a PA-167, entre Anapu e Senador José Porfírio.
Em apenas dez minutos na estrada, a viagem teve que ser interrompida. A pista cedeu porque a manilha ficou destruída. Um caminhão com placas de madeira estava parado do outro lado. O motorista, por conta própria, pegou umas tábuas e fez um desvio para os veículos conseguirem passar.
Mais uma pausa na viagem: um caminhão está atolado na lama. Metade do caminho e mais uma parada. Caminhão atolado no meio da pista. Os motoristas precisam capinar para os carros tentarem passar.
A equipe do JN levou mais de três horas para percorrer os 85 quilômetros de rodovia.
“Dinheiro tem, verba tem e nós pagamos impostos e fica aqui à mercê. É uma vergonha para esse país que a gente vive”, disse o motorista Ribamar Aguiar.
O DNIT informou que equipes estão fazendo serviços emergenciais nas rodovias.
O governo do para declarou que vai traçar um plano de recuperação da rodovia estadual 167. O Ministério da Integração Nacional autorizou a entrega de três mil cestas básicas aos caminhoneiros.
domingo, 26 de fevereiro de 2017
Operação da Polícia Federal prende cinco pastores evangélicos
A Delegacia de Polícia de Veranópolis, no Rio Grande do Sul, deflagrou na quarta-feira a Operação Deus Tá Vendo, em três Estados. De acordo com informações da Polícia Civil do RS, a ação prendeu cinco pastores evangélicos ligados a Assembleia de Deus em Itajaí (SC), Ponta Grossa (PR) e São Gonçalo (RJ), por fraude em venda de veículos. Sete aeronaves foram apreendidas na manhã desta quarta-feira pela Polícia Federal
Segundo o delegado Alvaro Luiz Pacheco Becker, da 2ª DP de Bento Gonçalves (RS), os presos atuavam em associação criminosa, vendendo os veículos por preços abaixo do valor de mercado. Eles alegavam que a Igreja havia recebido os automóveis por meio de uma doação da Receita Federal, por isso poderiam vendê-los por preços menores.
O valor aproximado do golpe gira em torno de R$ 1,2 milhão, tendo mais de 40 vítimas só na cidade de Veranópolis.
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