sexta-feira, 14 de março de 2014

Malásia diz que imagens de satélite chinês 'não mostravam destroços'

Imagens provocaram esperanças na localização de avião desaparecido.
Buscas por aeronave com 239 pessoas entraram no sexto dia.

 

O governo da Malásia negou nesta quinta-feira (13) as informações de que o avião desaparecido desde sábado tenha voado durante quatro horas depois de desaparecer do radar e afirmou que as imagens de um satélite chinês, que provocaram esperanças, não mostravam destroços.

"As informações estão erradas", afirmou o ministro dos Transportes, Hishamudin Husein, aos jornalistas, ao comentar a notícia divulgada pelo Wall Street Journal.
Ele acrescentou que a China afirmou ao governo da Malásia que as imagens de satélite foram divulgadas "por engano e não mostravam destroços".
O "Wall Street Journal" informou que o Boeing 777 da Malaysia Airlines, desaparecido desde sábado, pode ter voado durante quatro horas após o último contato, segundo investigadores americanos.
VALE ESTE 2 - mapa avião desaparecido malásia (Foto: Arte/G1)
A aeronave poderia ter viajado por centenas ou milhares de quilômetros depois do último contato com os controladores aéreos a 1H30 de sábado (14H30 de Brasília, sexta-feira), uma hora depois de ter decolado de Kuala Lumpur com destino a Pequim.
Os investigadores americanos, que pediram anonimato, baseiam a hipótese nos dados transmitidos automaticamente pelos motores Rolls Royce, que equipavam o Boeing desaparecido
A China anunciou na quarta-feira que um de seus satélites havia detectado três "objetos flutuantes" de certo volume em uma zona marítima onde foi perdido o contato com o avião.
O Boeing 777, com 239 pessoas a bordo, de várias nacionalidades, a maioria chinesas, viajava entre Kuala Lumpur e Pequim quando desapareceu dos radares na madrugada de sábado (tarde de sexta-feira no horário de Brasília).
As buscas cobrem atualmente 27.000 milhas náuticas (quase 90.000 quilômetros quadrados, o que praticamente equivale à superfície de Portugal). Doze países, incluindo Estados Unidos, China e Japão, participam nas

 

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